quarta-feira, 31 de agosto de 2016

No dia que bateram em meu carro.

O mês de agosto não acabou. OK?! Não irei culpar o mês, não tem nada haver o mês. Ainda mais porque é fim do mês. Na hora foi horrível. Moro em uma cidade litorânea, e a avenida principal na beira mar, é ótima para ter acesso para voltar para minha casa, e ir ao sindicato. E ontem estava caminho do sindicato e resolvi parar para os pedestres atravessar na faixa de pedestres, só que vinha um senhor atrás mais rápido e bateu em meu carro, fiquei chateada, nervosa, foi uma situação complicada, já estava atrasada para o sindicato, não fiquei discutindo com o cara peguei o cartão de visita dele, fui para o sindicato, saindo de lá já fui deixar o carro na oficina. Já estava mais calma. Então o colégio do meu filho me liga para avisar que ele estar com febre e devo ir busca-lo. Na hora pensei que dia. Que situação. Peguei um táxi. Fui pegar meu filho. Graças a Deus o senhor que havia batido no meu carro, foi a oficina a tarde, para pegar orçamento e acertar a questão do conserto do caro. Espero que dê tudo certo. A vida segue. Hoje vi para o trabalho de ônibus. Sai atrasada pq o Frederico vomitou e tive que medicar ele novamente. Tive que mandar ele pra escola mesmo assim hoje teve prova de matemática. Mas o deixei sobre aviso para qualquer coisa voltar para casa e ficar com os avós. Hoje é o aniversário do chefe da empresa. O dia estar festivo e o clima é outro, comparado à ontem. Descobri que estou com um machucado na lombar, por conta da batida. Só tenho que agradecer à  Deus por tudo. Estou bem e agora é trabalhar e buscar a ter dias melhores. Frederico estar só com a garganta inflamada mas logo está bem.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

O dia em que Gene Wilder morreu

No dia em que o Gene Wilder faleceu, um dos casais mais famosos da televisão brasileira se separam, e Bel Pesce, teve dificuldades para montar o seu próprio negócio.Não conhecia ela e nem sua história. Essa última situação é de uma jovem empreendedora que vendeu seu nome e sua história de vida. E lançou dois livros e lotou sala de palestras cobrando atitude de jovens que desejam empreender ou crescer profissional, mas que até então não tinha montando seu próprio negócio. E que ao tentar fazer seu próprio negócio fracassou. Beleza até ai tudo bem, ela pode se reergue e seguir o caminho dela normalmente. E nova e inteligente e não será a última vez que iremos ouvir falar dela.
Mas me levantou um questionamento... Quantas pessoas estão na internet vendendo uma ideia? Um estilo de vida? Um padrão de vida? E quantos seguidores acompanham essas pessoas. E acabam se perdendo em ideias de outras pessoas. Tudo bem... não vamos falar que isso serve para todos. Tem aqueles que crescem e aprendem bastante com ideias revolucionárias achadas na internet.  E o eu q quero com esse blog? Nada! Apenas colocar o que penso e vivo no meu dia-a-dia não quero me tornar uma influência da internet, até porque não divulgo meu blog nem para meus amigos. (Minha escrita não é boa). Onde quero chegar é colocar em prática ideia e projetos pessoais e realizar grandes coisas, por mim, para mim se isso vai melhorar a vida de outras, com tempo irei saber.


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Colocando em prática e se colocando em prática

Ontem fui correr no fim de semana passada, fui andar de bike e depois fui andar de skate, e ontem fui correr. Me sentindo a garotona mais fiquei foi passando e tive que mudar a minha corrida para uma caminhada, tenho que melhor condicionamento físico. Quero me sentir bem fisicamente, ter mais disposição é dormir melhor. Quero ter saúde, já não tomo refrigerante, falta diminuir a gordura dá minha alimentação. 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Quando está corrida demais.

Sabe quando os dias estão uma loucura, e você, pensa no fim de semana vou escrever e depois vou ler minhas revistas e livros. Mas simplesmente a rotina e as obrigações não deixam. No trabalho está corrido, isso bom graças Deus. Tenho meu trabalho!! Já as aulas diminuíram horrores!!

Facebook uso só para compartilhar as vagas de emprego. E quando deixo de fazer isso, as pessoas vem até a mim por inbox pedi para continuar a divulgar as vagas. E tenho certeza que estou ajudando alguém em algum lugar.

No instagram estou seguindo trinta pessoas, foi legal que quando eu excluir todas as pessoas que seguia, o aplicativo me bloqueou, pois pensava que alguém havia invadido a conta. Agora só vou seguir coisas bacanas que eu curta de verdade.

Tenho várias listas pra fazer de coisas para comprar pra casa, e de coisas para comprar para mim e pros meus meninos. Tenho que resolver isso o quanto antes.

Estou focada e determinada dá inicio à um projeto ambiental lindo e tenho fé que irá dá certo.


E ainda tem as viagens. E quero continuar com o meu blog que serve mais de diários e ninguém ler. 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Quando você faz coisas diferentes no seu FDS

Sai pra beber com um amigo mesmo que poucas horas sozinha, enquanto seu companheiro está trabalho.
Cortar seu próprio cabelo.

Visitar a família. Não fazer plano e deixar a vida te levar, fazer uma tatuagem que nem estava no seu plano. E aproveitar o fim de semana com seu companheiro e filho. Tem coisas aqui que sempre faço, esse fds não teve roteiro, e também faltei a aula da pós graduação. Era matemática financeira e queria dormir pois isso me faz um bem danado. 

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Meu próximo livro do Mário Sérgio

Segunda-feira, seis da manhã. O despertador toca e você não quer sair da cama. Está cansado? Ou não vê sentido no que faz?
Na introdução de seu novo livro, o filósofo e escritor Mario Sergio Cortella coloca em poucas palavras o questionamento central da obra, Por que fazemos o que fazemos?. Lançada em julho, ela trata da busca por um propósito no trabalho, uma das maiores aflições contemporâneas.
Em entrevista à BBC Brasil, Cortella, também doutor em educação e professor, fala como um mundo com muitas possibilidades levou as pessoas a negar que sejam apenas mais uma peça na engrenagem. E explica como a combinação de um cenário imediatista, anos de bonança e pais protetores fez com que a "busca por propósito" dos jovens seja muitas vezes incompatível com a realidade.
"No dia a dia, a pessoa se coloca como alguém que vai ter um grande legado, mas fica imaginando o legado como algo imediato", diz.
Essa visão "idílica", diz o filósofo, torna escritórios e salas de aula em palcos de confronto de gerações.
"Parte da nova geração chega nas empresas mal-educada. Ela não chega mal-escolarizada, chega mal-educada. Não tem noção de hierarquia, de metas e prazos e acha que você é o pai dela."
Leia os principais trechos da entrevista abaixo:
BBC Brasil - O que desencadeou a volta da busca pelo propósito?
Mario Sergio Cortella - A primeira coisa que desencadeou foi um tsunami tecnológico, que nos colocou tantas variáveis de convivência que a gente fica atordoado.
A lógica para minha geração foi mais fácil. Qual era a lógica? Crescer, estudar. Era escola, e dependendo da tua condição, faculdade. Não era comunicação em artes do corpo. Era direito, engenharia, tinha uma restrição.
Essa overdose de variáveis gerou dificuldade de fazer escolhas. Isso produz angústia em relação a esse polo do propósito. Por que faço o que estou fazendo? Faço por que me mandam ou por que desejo fazer? Tem uma série de questões que não existiam num mundo menos complexo.
Não foi à toa que a filosofia veio com força nos últimos vinte anos. Ela voltou porque grandes questões do tipo "para onde eu vou?", "quem sou eu?", vieram à tona.
BBC Brasil - Podemos dizer que nesse contexto vai ser cada vez menor o número de pessoas que não tem esses questionamentos?
Mario Sergio Cortella - Cada vez menor será o número de pessoas que não se incomoda com isso. O próprio mundo digital traz o tempo todo, nas redes sociais, a pergunta: "por que faço o que faço?", "por que tomo essa posição?". E aquilo que os blogs e os youtubers estão fazendo é uma provocação: seja inteiro, autêntico. É a expressão "seja você mesmo", evite a vida de gado.
BBC Brasil - No seu livro, você fala da importância do reconhecimento no trabalho. Qual é ela?
Mario Sergio Cortella - O sentir-se reconhecido é sentir-se gostado. Esse reconhecimento é decisivo. A gente não pode imaginar que as pessoas se satisfaçam com a ideia de um sucesso avaliado pela conquista material. O reconhecimento faz com que você perca o anonimato em meio à vida em multidão.
No fundo, cada um de nós não deseja ser exclusivo, único, mas não quer ser apenas um. Eu sou um que importa. E sou assim porque é importante fazer o que faço e as pessoas gostam.
BBC Brasil - Pelo que vemos nas redes sociais, os jovens estão trazendo essa discussão de forma mais intensa. Você percebeu isso?
Mario Sergio Cortella - Há algum tempo tenho tido leitores cada vez mais jovens. Como me tornei meio pop, é comum estar andando num shopping e um grupo de adolescentes pedir para tirar foto.
Uma parcela dessa nova geração tem uma perturbação muito forte, em relação a não seguir uma rota. E não é uma recuperação do movimento hippie, que era a recusa à massificação e à destruição, ao mundo industrial.
Hoje é (a busca por) uma vida que não seja banal, em que eu faça sentido. É o que muitos falam de 'deixar a minha marca na trajetória'. Isso é pré-renascentista. Aquela ideia do herói, de você deixar a sua marca, que antes, na idade média, era pelo combate.
O destaque agora é fazer bem a si e aos outros. Não é uma lógica franciscana, o "vamos sofrer sem reclamar". É o contrário. Não sofrer, se não for necessário.
Uma das coisas que coloco no livro é que não há possibilidade de se conseguir algumas coisas sem esforço. Mas uma das frases que mais ouço dos jovens, e que para mim é muito estranha, é: quero fazer o que eu gosto.
BBC Brasil - Esse é um pensamento comum entre os jovens quando se fala em carreira.
Mario Sergio Cortella - Muito comum, mas está equivocado. Para fazer o que se gosta é necessário fazer várias coisas das quais não se gosta. Faz parte do processo.
Adoro dar aulas, sou professor há 42 anos, mas detesto corrigir provas. Não posso terceirizar a correção, porque a prova me mostra como estou ensinando.
Não é nem a retomada do 'no pain, no gain' ('sem dor, não há ganho'). Mas é a lógica de que não dá para ter essa visão hedonista, idílica, do puro prazer. Isso é ilusório e gera sofrimento.
BBC Brasil - O sofrimento seria o choque da visão idílica com o que o mundo oferece?
Mario Sergio Cortella - A perturbação vem de um sonho que se distancia no cotidiano. No dia a dia, a pessoa se coloca como alguém que vai ter um grande legado, mas fica imaginando o legado como algo imediato.
Gosto de lembrar uma históra com o Arthur Moreira Lima, o grande pianista. Ao terminar uma apresentação, um jovem chegou a ele e disse 'adorei o concerto, daria a vida para tocar piano como você'. Ele respondeu: 'eu dei'.
Há uma rarefação da ideia de esforço na nova geração. E falo no geral, não só da classe média. Tivemos uma facilitação da vida no país nos últimos 50 anos - nos tornamos muito mais ricos. Isso gerou nas crianças e jovens uma percepção imediatizada da satisfação das necessidades. Nas classes B e C têm menino de 20 anos que nunca lavou uma louça.
BBC Brasil - Quais as consequências dessa visão idealizada?
Mario Sergio Cortella - Uma parte da nova geração perde uma visão histórica desse processo. É tudo 'já, ao mesmo tempo'. De nada adianta numa segunda castigar uma criança de cinco anos dizendo: sábado você não vai ao cinema. A noção de tempo exige maturidade.
Vejo na convivência que essa geração tem uma visão mais imediatista. Vou mochilar e daí chego, me hospedo, consigo, e uma parte disso é possível pelo modo que a tecnologia favorece, mas não se sustenta por muito tempo.
Quando alguns colocam para si um objetivo que está muito abstrato, sofrem muito. Eu faço uma distinção sempre entre sonho e delírio. O sonho é um desejo factível. O delírio é um desejo que não tem factibilidade.
BBC Brasil - Muitos deliram nas suas aspirações?
Mario Sergio Cortella - Uma parte das pessoas delira. Ela delira imaginando o que pode ser sem construir os passos para que isso seja possível. Por que no campo do empreendedorismo existe um nível de fracasso muito forte? Porque se colocou mais o delírio do que a ideia de um sonho.
O sonho é aquilo que você constrói como um lugar onde quer chegar e que exige etapas para chegar até lá, ferramentas, condições estruturais. O delírio enfeitiça.
BBC Brasil - Qual é o papel dos pais para que a busca pelo propósito dos jovens seja mais realista?
Mario Sergio Cortella - Alguns pais e mães usam uma expressão que é "quero poupar meus filhos daquilo que eu passei". Sempre fico pensando: mas o que você passou? Você teve que lavar louça? Ou está falando de cortar lenha? Você está poupando ou está enfraquecendo? Há uma diferença. Quando você poupa alguém é de algo que não é necessário que ele faça.
Tem coisas que não são obrigatórias, mas são necessárias. Parte das crianças hoje considera a tarefa escolar uma ofensa, porque é um trabalho a ser feito. Ela se sente agredida que você passe uma tarefa.
Parte das famílias quer poupar e, em vez de poupar, enfraquecem. Estamos formando uma geração um pouco mais fraca, que pega menos no serviço. Não estou usando a rabugice dos idosos, 'ah, porque no meu tempo'. Não é isso, é meu temor de uma geração que, ao ser colocada nessa condição, está sendo fragilizada.
BBC Brasil - Sempre lemos e ouvimos relatos de conflitos de gerações entre chefes e subordinados, alunos e professores. Como se explicam esses choques?
Mario Sergio Cortella - Criou-se um fosso pelo seguinte: uma criança ou jovem é criado por adultos, que são seus pais e mantêm com eles uma relação estranha de subordinação. A geração anterior sempre teve que cuidar da geração subsequente e essa vivia sob suas ordens.
A atual geração de pais e mães que têm filhos na faixa dos dez, doze anos, é extremamente subordinada. Como há por parte dos pais uma ausência grande de convivência, no tempo de convivência eles querem agradar. É a inversão da lógica.
Essa lógica faz com que, quando o jovem vai conviver com um adulto que sobre ele terá uma tarefa de subordinação, na escola ou trabalho, haja um choque. Parte da nova geração chega nas empresas mal-educada. Ela não chega mal-escolarizada, chega mal-educada.
Não tem noção de hierarquia, de metas e prazos e acha que você é o pai dela. Obviamente que ela também chega com uma condição magnífica, que é percepção digital, um preparo maior em relação à tecnologia.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Como ser uma boa mãe e motivo de orgulho para filho

Ter um bom filho em casa sempre é o sonho de todos os pais. Mas você tem que entender que nessa relação, você também teve ser uma boa mãe e um exemplo.
Invisto nele e as vezes  é necessário apertar bastante o orçamento para garantir uma boa fonte de conhecimento para o pequeno e o mínimo que  pode fazer. Deixo isso bem claro para ele que me esforço e faço o possível e o impossível. Mas para isso ele teve merecer, retribuir com pequenas responsabilidades diárias. O estudo também é um primeiro passo a estabilidade financeira e bons salários, garantindo um bom futuro financeiro para a próxima família do filho: a que ele vai formar como chefe. 

“Filhos mentirosos jamais ganham a confiança dos pais e acabam por viver um eterno desafio em seu núcleo familiar para provar a verdade.”

 Isso vem do exemplo ser honesta sempre, e agir de maneira ética com a criança, não enganar a criança, criar falsas expectativas, e quando prometer cumprir e se realmente tiver que quebra uma promessa, explicar o porquê... manter um dialogo saudável. E falar não sempre que for necessário.
Essa relação é de confiança e conquista. Os pais têm que se mostrar abertos.


Minha relação com o refrigerante, acabei

Estou à um mês sem tomar refrigerante, nada de coca-cola, São Geraldo, e já tenho notado uma melhora na pele.
·        “Além do açúcar em grande quantidade, os refrigerantes contém sódio e diversas substâncias artificiais que não fazem bem à nossa saúde".
·        "Os refrigerantes possuem grande quantidade de sódio, principalmente os zero e light, e por isso aumentam a retenção de líquidos".
Nada de inchaços ou retenção de líquido. Melhora o transito intestinal. Tudo isso eu já via buscando maneiras de combate, agora falta, diminuir o café. Sou apaixonada por café, mas não posso  exagerar, e as vezes eu acabo exagerando, agora busco fazer pequenos lanches.  Barra de cereal, biscoito integral, iogurte, se for tomar café é café-com-leite-sem-lactose.  Criando hábitos saudáveis de variar formas, alimentação e espiritual. Quero criar vergonha na cara e começar à pratica exercícios.  Sempre, que possível após o almoço, estou tirando um cochilo, isso é terapêutico.